Livros da coleção da “Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil”

Ficarão expostos até 26 de julho, na Câmara dos Deputados, 22 livros da coleção da “Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil”. Um dos exemplares é a obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, ilustrada por Portinari. A visitação ocorre na Galeria de Arte do Salão Nobre, das 9h às 17h.
As obras expostas são do acervo de Obras Raras da Biblioteca da Câmara, adquiridas na década de 70. Destacam-se o livro “Pelo Sertão”, ilustrado por Lívio Abramo, e Memórias de Um Sargento de Milícias, colorido à mão por Darel, diretor técnico da sociedade, num trabalho que durou dois anos e resultou em 7 mil gravuras feitas manualmente.
A Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil, criada por Castro Maya - industrial e mecenas da década de 40, reunia um grupo seleto de personalidades da época, entre intelectuais, empresários e figuras da sociedade. O objetivo era produzir e editar anualmente obras de grandes autores da literatura brasileira, ilustradas por notáveis artistas plásticos nacionais.
(Informações Câmara dos Deputados)

Frase

Tudo quanto aumenta a liberdade, aumenta a responsabilidade.- Victor Hugo

E agora, Temer?

A festa vai acabar...
O presidente Michel Temer vacilou. Dessa vez, breve raridade, não foi com a população. Foi consigo mesmo. Em conversa com jornalistas da Rede Bandeirantes no sábado (15), Temer foi questionado sobre o papel do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no impeachment. Soltou esta pérola: “Vou contar um episódio que foi o seguinte: uma ocasião ele (Cunha) foi me procurar, isso era umas duas horas da tarde mais ou menos, dizendo: ‘olhe, hoje eu vou arquivar todos os pedidos de impeachment da presidente, porque - e eram 10 ou 12 pedidos, não é - prometeram-me (ele estava lá no Conselho de Ética), prometeram-me os três votos do PT no Conselho de Ética’. Eu disse: ‘ah que bom, muito bom, assim acaba com essa história de você estar na oposição etc.’”, disse Temer.
Cunha diz que Temer faltou com a “verdade”. Escreveu uma carta desagradável. No texto ele afirma que o parecer do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi submetido, antes de sua abertura, ao presidente Michel Temer.
Cunha garante que foi outro o teor das conversas, realizadas na varanda do Palácio do Jaburu, residência oficial do então vice-presidente. Segundo o ex-deputado, na ocasião, Temer teve acesso ao parecer de abertura do processo de impeachment e deu aval sobre o conteúdo do mesmo. “O verdadeiro diálogo ocorrido sobre o impeachment com o então vice-presidente, às 14h da segunda-feira 30 de novembro de 2015, na varanda do Palácio do Jaburu, 48 horas antes da aceitação da abertura do processo de impeachment, foi submeter a ele o parecer preparado por advogados de confiança mútua. Foi debatido e considerado por ele correto do ponto de vista jurídico”, diz Cunha.
Agora ficou mais claro do que nunca que houve armação para abrir o processo de impeachment conta Dilma Rousseff.

Mercado editorial cresce com assunto do contexto social

Política, economia, finanças e legislação deixaram de ser há muito tempo interesse de poucos. Os assuntos tomaram as páginas dos jornais, mídias sociais, telejornais e precisavam ser discutidos com profundidade nos livros. “Entendemos que havia uma lacuna no mercado e que esses temas tinham que sair da esfera midiática para assumir um caráter de consulta e importante fonte de informações para os leitores e formadores de opinião do país. São temas novos e muitas vezes inéditos na literatura corporativa, como por exemplo: trust, leniência, compliance e a lei anticorrupção”, explica Juliana Quintino de Oliveira, diretora da Trevisan Editora.
O mercado editorial brasileiro teve um declínio de 12,5% ao longo da última década (já considerando a inflação do período). Em 2006, o faturamento do setor foi de cerca de R$ 6 bilhões, enquanto que em 2015 foi de R$ 5,23 bilhões. Os dados estão no estudo “10 anos de Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, divulgado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicado Nacional dos Editores de Livros (Snel).
A Trevisan Editora, por exemplo, viu seu portfólio saltar 50% comparado ao mesmo período de 2016 com o lançamento de obras que abordam o atual contexto social político e econômico, com um catálogo de autores renomados na esfera política e econômica do país, entre eles: Maílson da Nóbrega (ex-ministro fazenda do governo de FHC), Valdir Simão (ex-ministro do planejamento do governo Dilma e ministro chefe da CGU), Francisco Shertel Mendes e Vinicius Carvalho, entre outros. A Editora possui 50 títulos publicados e a meta até 2018 é duplicar essa quantidade.

Governadores na lista de Fachin

O ministro Edson Fachin autorizou a abertura de inquéritos para investigar no Supremo Tribunal Federal governadores envolvidos em crimes financeiros e contra os cofres públicos. Entre eles está Renan Filho (PMDB), governador de Alagoas e filho do Senador Renan Calheiros.
Depois vem o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), Tião Viana (PT), governador do Acre, Geraldo Alckmin (PSDB- São Paulo), Luiz Fernando Pezão (PMDB- Rio de Janeiro), Beto Richa (PSDB- Paraná), Flávio Dino (PC do B- Maranhão), Fernando Pimentel (PT- Minas), Marconi Perillo (PSDB-Goiás), Marcelo Miranda (PMDB- Tocantins), Raimundo Colombo (Santa Catarina e Paulo Hartung (PMDB- Espírito Santo). Todos serão investigados pelo STJ a pedido de Fachin.

Por onde anda a maria-do-nordeste?

Uma ave pequenina, amarela e parda, típica dos chamados ”brejos de altitude”, localizados no estado do Ceará, Pernambuco e Paraíba está em grande perigo. A maria-do-nordeste (Hemitriccus mirandae)praticamente desapareceu de seu habitat natural e os pesquisadores buscam agora descobrir seu paradeiro. Para isso, iniciaram o projeto de pesquisa intitulado “Por onde anda a maria-do-nordeste no estado do Ceará?”. 
O estudo, da Associação Caatinga, da Universidade Federal do Ceará e Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, pretende melhor entender a distribuição geográfica e tamanho populacional, além de reavaliar o status de conservação da espécie.

Oficinas de teatro em João Pessoa

A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), em parceria com o projeto Rede Criativa, inscreve para três oficinas integradas de teatro visando à formação artística. Com o nome Oficina 3×1, a proposta consiste na construção de um diálogo entre três segmentos das artes cênicas: iluminação, expressão corporal e teatro de bonecos. Os interessados têm até o dia 17 deste mês para se inscrever. Cada pessoa pode efetuar inscrição em apenas um dos cursos ofertados. O investimento é de R$ 70.
As inscrições devem ser feitas presencialmente junto à Diretoria de Desenvolvimento Artístico e Cultural (DDAC), no Espaço Cultural, em João Pessoa. O horário de atendimento é de 9h às 12h e das 13h às 16h, de segunda a sexta-feira. (Redação do Paraíba Já)

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